segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Halo reach: o ultimo halo ???

"Reach" deve ser o último "Halo" da Bungie
do Finalboss

Em entrevista ao site inglês Computer & Videogames durante uma recente visita a Londres para mostrar "Halo: ODST", Lars Bakken, designer sênior da Bungie, revelou que "Halo Reach" deverá ser o último jogo da franquia feito pela Bungie para o Xbox 360.

"Em termos de uma plataforma para jogos de 'Halo' feitos pela Bungie, sim. Eu não posso responder a essa questão em nome da Microsoft, porém. Se eles estão trabalhando em algo ou não, eu não sei se eles estão na verdade prontos para falar sobre isso ainda, mas em termos de jogos de 'Halo' produzidos pela Bungie, 'ODST' e então 'Reach' serão provavelmente tudo que vocês terão", disse sobre o assunto.

Brakken também disse que "Halo: ODST" está pronto. "De nosso ponto de vista, tivemos que terminá-lo para que todos pudessem trabalhar em 'Halo Reach'. Observando o portfólio como um todo e a janela de lançamentos, esse mês de setembro é o momento certo [para o lançamento de 'ODST']", afirmou.

A produtora também já trabalha em uma nova propriedade intelectual com uma distribuidora que não a Microsoft. Por ora, não foram oferecidos detalhes do novo projeto, tais como gênero ou plataformas candidatas.

Expansão do universo

"Halo 3: ODST" é ambientado entre os eventos de "Halo 2" e "Halo 3", mais especificamente durante a invasão dos Covenants à cidade africana de New Mombasa em sua cruzada para exterminar a humanidade. Os jogadores primeiramente participação da ação como um ODST - chamado The Rookie (Iniciante) - em busca de seus companheiros depois que sua unidade se espalhou. Ele descobre que o paradeiro deles é nas ruínas de New Mombasa, quando o jogo volta ao passado e mostra, em forma jogável, a história de cada um deles. O jogo sai no dia 22 de setembro.

Já "Halo: Reach" é baseado no livro "Halo: The Fall of Reach". O conteúdo dessa publicação nunca foi abordado de forma mais específica nos jogos, que contaram apenas com algumas citações sobre a invasão alienígena e a formação da ameaça Covenant. O livro conta os fatos que aconteceram antes mesmo do primeiro game da série "Halo", que explica a verdadeira origem dos chamados super-soldados da série Spartan II. É também nessa publicação que é mostrada a origem de Master Chief e como o personagem se tornou o herói como é conhecido hoje.

"Halo: Reach" será lançado no fim de 2010 e aqueles que adquirirem "Halo: ODST" terão acesso à fase de testes beta deste novo projeto, segundo a Bungie.

Kinect adventures

Aproveitando os recursos do acessório Kinect, que permite aos usuários jogarem games sem o uso de controles, apenas com o movimento do corpo, "Kinect Adventures" é o título que acompanha o acessório e promete revolucionar a indústria de games, assim como "Wii Sports" fez com o Wii em 2006.

O título é uma coletânea de minijogos que exploram o uso da captura de movimentos do Kinect. São mais de 20 tipos de atividades em que o jogador pode fazer ações como pular, agachar e chutar em exóticas aventuras.

Os games são bem simples casuais e o jogador é inserido em diferentes situações, como percorrer o trajeto de um rio em cima de um bote ou um carrinho de mina descontrolado, com o objetivo de desviar dos obstáculos e coletar moedas e outros itens pelo caminho.

Pode-se jogar com um amigo, que podem agir em conjunto em um determinado objetivo ou competir um contra o outro. E conforme a ação se desenrola, o Kinect é capaz de tirar fotografias dos jogadores, em posições inusitadas, e postá-las em redes sociais como o Facebook.

"Kinect Adventures" aposta em jogos simples para demonstrar os controles por movimentos do corpo do jogador e deve agradar aps jogadores que buscam partidas descontraídas com os amigos.

Minigames para a família são o foco de "Kinect Adventures"

crackdown 2

o jogo acontece em uma cidade aonde eh infectada por zumbis e terrorista sua missao eh plantar bombas pela cidade para que todos os raios se unam para destruim a infecçaoo


INDIICO MUUITOO :P

crackdown 2



gears of war arruma outro diretoor para dirigir o filme

vai ser puro tiroteio contra mosntros gosmentos =DDD

Vamos que vamos black ops esta chegando

dia 9 de novembro sairá o granduisi e lendario jogo call of duty black ops =DD

quinta-feira, 13 de maio de 2010

ShellShock 2: Blood Trails

Quando produtores se unem com o objetivo de criar um thriller psicológico nos moldes de Blood Trails, os resultados decorrentes de tal estratégia costumam aparecer bem cedo – no caso de Shellshock 2, antes mesmo que o imaginado. Anunciada há poucos meses pela Eidos, a continuação do FPS que vendeu mais de 900 mil cópias em 2004 ainda nem chegou às lojas e já levou ferro: banida pelos órgãos reguladores da Austrália, a obra é definida como perturbadora o suficiente para chocar até mesmo os marmanjos que já estão mais do que acostumados com os cerca de 367 jogos inspirados em conflitos militares disponíveis atualmente.

Blood Trails, antes que você nos pergunte, pertence à uma categoria distinta. Não se encaixa na leva de jogos da Segunda Guerra, tampouco aposta em um conflito fictício como o de Modern Warfare – por aqui, a ação tem início no Camboja, durante a Guerra do Vietnã, quando um avião contendo uma arma misteriosa é sumariamente abatido em meio à selva vietnamita. Uma equipe logo é destacada para o local com o intuito de resgatar o tal objeto perdido – aqui, chamado apenas de “Whiteknight”, uma ferramenta capaz das maiores atrocidades –, mas seus homens acabam desaparecendo, um a um, sem que sobre uma única alma para contar história.

Corpore (in)sano...
Pois bem, a ação tem início basicamente quando, sabe-se lá como, um dos soldados desaparecidos reaparece exibindo sinais visíveis de confusão mental. Tá, estamos sendo generosos: segundo a definição oferecida pelos produtores responsáveis pelo game, o tal agente volta da selva sem um pingo de sanidade e com a alma misteriosamente envenenada. O que quer que ele tenha – e se estivéssemos em um Resident Evil certamente seria um tipo bizarro de vírus – está trilhando caminho até a sociedade fazendo de você, azarado leitor e jogador, a última esperança para impedir que o pior aconteça.

Na prática, Shellshock 2 pode ser definido mais como um game de horror do que como um jogo de tiro em primeira pessoa. Tudo bem, a jogabilidade promete ser caprichada, o arsenal variado, as mecânicas de jogo, idem. Acontece que o grande charme envolvendo o projeto está na dramatização do conflito – isto é, no modo como tudo ao seu redor parece estar ali com o único intuito de lhe causar medo. Não por acaso, o game acaba buscando inspiração em um esquema popularizado recentemente com os últimos episódios da série Call of Duty: o uso de scripts – ou cenas previamente programadas pelo computador – responsáveis por comentários no melhor estilo “nossa, você viu aquilo?”.

Ao longo do game, é provável que você veja, sim, e em alguns casos com um quê de arrependimento. São situações assustadoras como uma das seqüências iniciais, ocasião em que seu personagem encontra-se deitado em uma espécie de maca sendo atendido por uma bela donzela. Após quase tocar seus seios e se tornar íntimo da moça (não, não estamos viajando), você logo tem uma boa idéia dos motivos que levaram o game a ser banido na Oceania antes mesmo de ser lançado: sem qualquer cerimônia, zumbis invadem o cenário onde os personagens se encontram, quebram todo o clima e espalham sangue (inclusive o seu) para todas as direções.

É bom deixar claro, porém, que Blood Trails não aposta comumente em confrontos em larga-escala. Na verdade, embora sejam os principais inimigos por aqui, os zumbis aparecem muitas vezes em doses homeopáticas. Veja bem: em meio à toda essa atmosfera “dark” proposta pelos produtores, é possível prever momentos nos quais você provavelmente irá disparar sua arma contra sombras e cadáveres que no fundo não representam ameaça alguma. Obviamente, isso vale apenas para criar um clima durante campanha solo e, ainda assim, com algumas reservas. Caso haja uma modalidade de multiplayer online – vale lembrar que o estúdio não se posicionou a respeito e detalhes sobre o jogo permanecem escassos –, o papo certamente será diferente.

Por Matheus Bourg

 
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