segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Kinect adventures

Aproveitando os recursos do acessório Kinect, que permite aos usuários jogarem games sem o uso de controles, apenas com o movimento do corpo, "Kinect Adventures" é o título que acompanha o acessório e promete revolucionar a indústria de games, assim como "Wii Sports" fez com o Wii em 2006.

O título é uma coletânea de minijogos que exploram o uso da captura de movimentos do Kinect. São mais de 20 tipos de atividades em que o jogador pode fazer ações como pular, agachar e chutar em exóticas aventuras.

Os games são bem simples casuais e o jogador é inserido em diferentes situações, como percorrer o trajeto de um rio em cima de um bote ou um carrinho de mina descontrolado, com o objetivo de desviar dos obstáculos e coletar moedas e outros itens pelo caminho.

Pode-se jogar com um amigo, que podem agir em conjunto em um determinado objetivo ou competir um contra o outro. E conforme a ação se desenrola, o Kinect é capaz de tirar fotografias dos jogadores, em posições inusitadas, e postá-las em redes sociais como o Facebook.

"Kinect Adventures" aposta em jogos simples para demonstrar os controles por movimentos do corpo do jogador e deve agradar aps jogadores que buscam partidas descontraídas com os amigos.

Minigames para a família são o foco de "Kinect Adventures"

crackdown 2

o jogo acontece em uma cidade aonde eh infectada por zumbis e terrorista sua missao eh plantar bombas pela cidade para que todos os raios se unam para destruim a infecçaoo


INDIICO MUUITOO :P

crackdown 2



gears of war arruma outro diretoor para dirigir o filme

vai ser puro tiroteio contra mosntros gosmentos =DDD

Vamos que vamos black ops esta chegando

dia 9 de novembro sairá o granduisi e lendario jogo call of duty black ops =DD

quinta-feira, 13 de maio de 2010

ShellShock 2: Blood Trails

Quando produtores se unem com o objetivo de criar um thriller psicológico nos moldes de Blood Trails, os resultados decorrentes de tal estratégia costumam aparecer bem cedo – no caso de Shellshock 2, antes mesmo que o imaginado. Anunciada há poucos meses pela Eidos, a continuação do FPS que vendeu mais de 900 mil cópias em 2004 ainda nem chegou às lojas e já levou ferro: banida pelos órgãos reguladores da Austrália, a obra é definida como perturbadora o suficiente para chocar até mesmo os marmanjos que já estão mais do que acostumados com os cerca de 367 jogos inspirados em conflitos militares disponíveis atualmente.

Blood Trails, antes que você nos pergunte, pertence à uma categoria distinta. Não se encaixa na leva de jogos da Segunda Guerra, tampouco aposta em um conflito fictício como o de Modern Warfare – por aqui, a ação tem início no Camboja, durante a Guerra do Vietnã, quando um avião contendo uma arma misteriosa é sumariamente abatido em meio à selva vietnamita. Uma equipe logo é destacada para o local com o intuito de resgatar o tal objeto perdido – aqui, chamado apenas de “Whiteknight”, uma ferramenta capaz das maiores atrocidades –, mas seus homens acabam desaparecendo, um a um, sem que sobre uma única alma para contar história.

Corpore (in)sano...
Pois bem, a ação tem início basicamente quando, sabe-se lá como, um dos soldados desaparecidos reaparece exibindo sinais visíveis de confusão mental. Tá, estamos sendo generosos: segundo a definição oferecida pelos produtores responsáveis pelo game, o tal agente volta da selva sem um pingo de sanidade e com a alma misteriosamente envenenada. O que quer que ele tenha – e se estivéssemos em um Resident Evil certamente seria um tipo bizarro de vírus – está trilhando caminho até a sociedade fazendo de você, azarado leitor e jogador, a última esperança para impedir que o pior aconteça.

Na prática, Shellshock 2 pode ser definido mais como um game de horror do que como um jogo de tiro em primeira pessoa. Tudo bem, a jogabilidade promete ser caprichada, o arsenal variado, as mecânicas de jogo, idem. Acontece que o grande charme envolvendo o projeto está na dramatização do conflito – isto é, no modo como tudo ao seu redor parece estar ali com o único intuito de lhe causar medo. Não por acaso, o game acaba buscando inspiração em um esquema popularizado recentemente com os últimos episódios da série Call of Duty: o uso de scripts – ou cenas previamente programadas pelo computador – responsáveis por comentários no melhor estilo “nossa, você viu aquilo?”.

Ao longo do game, é provável que você veja, sim, e em alguns casos com um quê de arrependimento. São situações assustadoras como uma das seqüências iniciais, ocasião em que seu personagem encontra-se deitado em uma espécie de maca sendo atendido por uma bela donzela. Após quase tocar seus seios e se tornar íntimo da moça (não, não estamos viajando), você logo tem uma boa idéia dos motivos que levaram o game a ser banido na Oceania antes mesmo de ser lançado: sem qualquer cerimônia, zumbis invadem o cenário onde os personagens se encontram, quebram todo o clima e espalham sangue (inclusive o seu) para todas as direções.

É bom deixar claro, porém, que Blood Trails não aposta comumente em confrontos em larga-escala. Na verdade, embora sejam os principais inimigos por aqui, os zumbis aparecem muitas vezes em doses homeopáticas. Veja bem: em meio à toda essa atmosfera “dark” proposta pelos produtores, é possível prever momentos nos quais você provavelmente irá disparar sua arma contra sombras e cadáveres que no fundo não representam ameaça alguma. Obviamente, isso vale apenas para criar um clima durante campanha solo e, ainda assim, com algumas reservas. Caso haja uma modalidade de multiplayer online – vale lembrar que o estúdio não se posicionou a respeito e detalhes sobre o jogo permanecem escassos –, o papo certamente será diferente.

Por Matheus Bourg

Wet
Não se sabe ao certo o porquê, mas a Sierra começou 2009 com uma idéia pra lá de interessante na cabeça: ao invés de seguir a onda das grandes companhias e se preocupar apenas em lançar seqüências para suas séries já conhecidas, o estúdio decidiu apostar alto em novas propriedades intelectuais – as tradicionais IPs, como são conhecidas lá fora. Wet é uma destas novas franquias. Definido como um encontro entre Lara Croft, Quentin Tarantino e Prince of Persia, o game é ação no sentido mais primitivo da palavra.

Focado na história de Ruby, uma mercenária que aceita qualquer tipo de trabalho desde que as verdinhas estejam na mesa, o jogo mescla acrobacias, artes-marciais e armas de fogo de maneira intensa. O intuito dos produtores – em sua maioria veteranos da divisão de Montreal da Ubisoft – é convencer você a não se grudar em um único estilo de jogo. A solução? Fazer com que alternar entre pancadarias e tiroteios seja mérito de um simples toque no direcional digital. Quando Ruby percebe que não está se saindo bem com uma espada – a lista de armas é realmente bizarra, então espere por coisas modernas e medievais –, pode muito bem encarnar a protagonista de Tomb Raider e sacar duas pistolas simultaneamente.

Pode parecer bizarro, mas um dos destaques de Wet consiste no fato de essas duas armas serem independentes uma da outra. Tudo é cortesia de um sistema intuitivo de mira: além de permitir que você foque automaticamente em um determinado inimigo, ele vai além fazendo com que a sua pistola secundária seja controlada manualmente pelo direcional digital direito. E a graça, fique sabendo, não está necessariamente em atirar para matar. Uma tática bem inteligente consiste em interagir com objetos que, direta ou indiretamente acabam atingindo oponentes, bloqueando caminhos ou abrindo rotas de fuga.

São detalhes assim que fazem do projeto um misto de exagero e expectativa, mesmo ele soando ligeiramente manjado. Aliás, esta é uma das grandes preocupações da Artificial Mind – tanto é que o estúdio foi atrás de Duppy Demetrius para cuidar do enredo e entregar uma história “única e envolvente”. Você provavelmente não conhece o cara pelo nome, mas sim pelos seus trabalhos: produtor responsável por cinco dos sete anos da série 24 Horas e catorze episódios da série The Closer, Duppy sabe o que faz.

Por Matheus Bourg

 
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